segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Conan, o Libertador

CONAN, O LIBERTADOR - EDIÇÃO HISTÓRICA
Digitalização: Outsiderz/Capa e Ajustes: Alan Bishop
Uma produção HORDA e ÐØØM™ SCANS

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Como todo bom leitor de quadrinhos de heróis, eu já havia lido Conan vem antes da estréia de A Espada Selvagem do Mesmo. Lá, nas páginas de Heróis da TV ou Superaventuras Marvel conheci o bárbaro cimeriano e, como todo bom leitor de quadrinhos, assisti ao filme estrelado por Arnold Schwarzenegger... os dois e mais Guerreiros de Fogo, onde ele é praticamente um Conan genérico. 

Quando A Espada Selvagem chegou às bancas em junho de 1984, eu estava lá, para adquirir o primeiro número, já sabendo que algo grande estava começando. Foram 205 números dos quais adquiri pelo menos, a metade. 

Para um garoto, que como eu, não estava nem aí para os Beatles e muito menos para os Rolling Stones, aquilo era a porta de entrada para um outro mundo, Histórias de espada e magia, violentas e com mulheres seminuas, tudo em preto e branco, era algo com o que eu não estava tão acostumado. Mas, eu curti cada momento. 

O mais interessante era que estava lá, na minha coleção, lado a lado com Tio Patinhas e Turma da Mõnica. Eu não mudei meus gostos, apenas incluí algo que não poderia deixar de lado. 

Conan foi criado pelo escritor Robert E. Howard em 1932. Em 1970 o então editor da Marvel Roy Thomas viu o potencial do personagem e o transportou para os quadrinhos, juntamente com o ilustrador Barry Windosr Smith. Com o tempo as baixas vendas geraram tensão entre Stan Lee e Roy Thomas e a empreitada quase foi cancelada. Se não fosse a insistência de Thomas, talvez o personagem tivesse caído no esquecimento. 

Com a produção do filme dirigido por John Millius, o personagem ganhou ainda mais força, principalmente por ter sido uma adaptação bem fiel e por Arnold praticamente ser a encarnação de Conan. 

Em 2003, Conan se mudou de editora e foi para a Dark Horse, continuado sua carreira de sucesso. No Brasil, publicado pela Editora Abril, passou para a Editora Mythos, que foi quem publicou este volume gigantesco em todos os sentidos, para fazer jus ao personagem. São 500 páginas de histórias antes publicadas em A Espada Selvagem. 

Roy Thomas, John Buscema, Tony de Zuñiga, Klaus Janson, Ernie Colon, Gil Kane e outros são os artistas envolvidos nesta edição que traz de volta um pouco do saudosismo que a clássica revista em preto e branco do cimério nos deixou. Por Crom!


 



10 comentários:

Wade Wilson disse...

Que grande presente de Natal! Só vindo de vc mesmo, né Eudes? Vlw mais uma vez por esse grande post! Feliz Natal!

Carnage disse...

Uauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!! Conan foi uma grata surpresa quanto a HQs. Depois que li a primeira nunca mais parei!!! Essa postagem é um presente!!! Obrigado.

Chesco36 disse...

Caraca.500 páginas de Conan.Simplesmente maravilhoso,fenomenal!Vou ter que compartilhar isso no blog.Grande abraço e obrigado pelo presente.

canteisy Highlights disse...

Nunca li conan na vida devido aos preços altos da Mythos editora e agora posso ler graças a vc :) vlw cara

Cicero disse...

Nem sabia que havia edições como esta. Muito li a Espada Selvagem nas edições originais. Certa vez li que ela chegou a ser a segunda revista com maior tiragem no Brasil, atrás só da Veja. Não sei se é verdade, mas até acredito, pois em certa época, Conan não tinha concorrentes semelhantes.

Leitor Degibi disse...

Fantástico!
Muito obrigado!

Matheus disse...

hey! eu também li muito Conan na Heróis da TV. Acho que a primeira estória do Conan que li, foi aquela em que ele mata um urso na neve cimeriana, ainda adolescente e há um desmoronamento (...). Me apaixonei também pela temática e, adquiri as primeiras Espadas Selvagem! Li seus comentários como se fossem eu mesmo os escrevendo / Grato!

Fábio RT disse...

Muito obrigado

Gabriela Castro disse...

Simplesmente incrível :)

Anônimo disse...

aqui no Rapadura tem as Crônicas de Lankhmar?

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