segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Akira #10 a #13

AKIRA #10 a #13 – KATSUHIRO OTOMO
Digitalização e Restauração 2.0 by H.O.R.D.A. Comics

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Tetsuo chega ao lugar onde Akira está sendo guardado, adormecido. Sua energia psíquica logo coloca em perigo o isolamento de Akira que acaba despertando, para o terror do General e de seus soldados.

Chegamos onde Akira mangá e Akira animação divergem e tomam caminhos um tanto quanto diferentes. Enquanto na animação, Akira nada mais é do que um amontoado de órgãos preservado em frascos, no mangá ele é um garotinho aparentemente inofensivo. Com o seu despertar, todos a sua volta entram em ação para tentar capturá-lo.

O general põe em ação a arma espacial SOL, pois deseja se livrar tanto de Tetsuo quanto da ameaça que pode ser Akira. Pegois no fogo cruzado, Kay e Kaneda acabam no meio de mais uma catástrofe que é a destruição causada por SOL.

Tetsuo tenta manter Akira perto de si, mas os ataques do general faz com que os dois se separem e Akira acaba com a dupla Kay e Kaneda, que fogem para encontrar Chyoko.

Lady Myiako coloca mais um peão no jogo quando envia a pequena Sakaki para raptar Akira. Porém, Neru, político ligado aos rebeldes também está atrás do garoto. Kay, Kaneda e Chyoko vão precisar estar atentos a todos.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

De Volta Para o Futuro

DE VOLTA PARA O FUTURO – OS BASTIDORES DA TRILOGIA
Livro contando tudo sobres os três filmes, de Caseen Gaines

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O tema que mais gosto em termos de ficção-científica é viagem no tempo. Desde o clássico filme A Máquina do Tempo, baseado no livro de H. G. Wells, que eu sou fascinado pelas incríveis histórias que o tema gera.

O primeiro conto que eu escrevi em uma velha e pesada máquina de escrever, muito antes de começar a me aventurar pelo mundo da escrita aqui no blog, foi sobre viagem no tempo. Eu até mesmo sonho que volto no tempo e encontro a mim mesmo, de vez em quando.

Então, não é de surpreender que, assim como milhões de pessoas ao redor do mundo, eu seja um fã inveterado da trilogia criada por Robert Zemeckis e Bob Gale.

Assim, quando eu circulava por uma livraria e vi o livro De Volta Para o Futuro – Os Bastidores da Trilogia, de Caseen Gaines, eu não pensei duas vezes em adquirir. Seria a primeira biografia de um filme – de três na verdade – que eu iria ler.

Nas primeiras páginas já percebi logo o óbvio: que a abrangência de um livro era muito maior do que alguns documentários de making off que acompanham os DVDs e Blu-rays. Era um destrinchamento meticuloso de tudo o que foi feito do princípio ao fim, ultrapassando até mesmo a fronteira das telas e indo para o mundo real.

Logo de cara ficamos sabendo como Eric Stoltz não foi apenas a primeira escolha, mas, também, que participou por um bom tempo das filmagens, até o momento em que teve de ser despedido, quando os criadores conseguiram contratar Michael J. Fox, que sempre fora a primeira opção, mas que estava impedido por conta da série Caras e Caretas.

O drama que se desenrolou por conta de um ator que não se encaixava no personagem daria outro filme.

Ficamos sabendo também de como o roteiro foi progredindo até chegar no que vimos na tela. Estranhamente não se fala nada sobre o que já foi divulgado muitas vezes, que a máquina do tempo seria inicialmente uma geladeira. Ou nunca foi verdade, ou o autor não achou que valesse a pena destacar no livro.

O autor entrevista mais de 50 pessoas e não deixa quase ninguém de foram, tomando depoimento até mesmo da atriz que fez a moça que entrega o panfleto para salvar o relógio que levaria Marty McFly de volta para o futuro.

É narrado os motivos de o ator Crispin Glover não aceitar participar das continuações e de porque a atriz que faz a namorada de Marty ter sido trocada por Elizabeth Shue, no segundo.

Com tantas coisas dando erradas, as continuações poderiam ter sido um desastre total , como sabemos, não foram.

O filme inicialmente não teria continuações e aquele final do primeiro era para ser apenas uma brincadeira. Mas, o sucesso arrebatador do filme fez com que a Universal quisesse que os autores preparassem uma continuação, que acabou se transformando em duas, em que a terceira parte seria lançada apenas seis meses depois.

As filmagens das cenas com o skate voador são detalhadas, incluindo mais um drama. O de uma das dublês da cena em que Biff e seus parceiros vão acabar batendo na grande janela de vidro no prédio em frente. Uma cena complicada que fez com que^uma das dublês contratadas desistissem de fazê-la e sua substituta acabou entendendo, de forma drástica, o porquê.

O livro nos mostra minuciosamente porque De Volta Para o Futuro se transformou em ícone pop e é visto até hoje por pessoas de todas as idades.

Um dos poucos filmes que assistimos vez após vez sem nos cansarmos. Que passa de geração para geração e deixa a muitos ainda admirados, mesmo nessa era de efeitos especiais totalmente computadorizados. É um filme que nos leva realmente a uma viagem, que onde se vai não precisamos de estradas, pois é pura imaginação.

O livro é de capa dura, 248 páginas e custa 47,90.

DE VOLTA PARA O FUTURO – A TRILOGIA
Dublagem Clássica/AVI/Widescreen/Colorido

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Disponibilizo aqui a trilogia com a dublagem clássica, que é mais difícil de se encontrar. Como o filme legendado é mais simples de se encontrar por torrent ou outro meio, optei por colocar somente essa versão, para aqueles que, como eu, são saudosistas dos tempos de Sessão da Tarde. A qualidade de som não é perfeita, mas serve ao seu propósito.

domingo, 22 de novembro de 2015

Presente: Sandman–Completo

SANDMAN EDIÇÃO DEFINITIVA – COMPLETO
Digitalização e Ajustes by H.O.R.D.A. Comics

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E, para comemorar o aniversário de 13 anos do Rapadura Açucarada, trazemos o quarto e último volume da saga neilgaimaniana de Sandman, o Mestre dos Sonhos.

Neste quarto volume estão reunidos os dois últimos arcos, sendo que o primeiro dele, As Bondosas, estende-se por treze edições para contar o clímax da saga de Morfeu.

Lytta Hall tem seu filho Daniel raptado e só consegue imagiunar que seja o estranho homem que a visitou tempos atrás e deu nome ao seu filho. As Fúrias, também conhecidas como As Bondosas veem nisso uma chance de levar sua justiça ao Senhor dos Sonhos.

Todas as pontas vão sendo amarradas ao longo do caminho, com a volta de vários personagens que vimos ao longo da série: Rose, Cluracan, Nuala, Loki, e tantos outros. Todos interligados pelo magistral texto de Neil Gaiman. A arte deste arco fica a cargo de Marc Hempel.

O arco de três edições, O Despertar, é consequência direta do arco As Bondosas e pouco pode ser dito sobre ele sem que se estrague o prazer da leitura do arco anterior.

Temos ainda uma última história do imortal Gadling, amigo de Sandman e a a saga fecha com o reencontro de Morfeu com o ilustre William Shakespeare, enquanto este escrevia sua peça A Tempestade. Arte de Michael Zulli e Charles Vess.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Aniversário: 13 Anos de RA

ANIVERSÁRIO DE 13 ANOS DO RAPADURA AÇUCARADA
Porquê é um blog estranho e vamos mantê-lo assim

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Em janeiro do ano que vem faço 15 anos de casado, ou seja, foi dois anos depois que começou meu relacionamento com o Rapadura Açucarada que, assim como um casamento, teve (e tem) seus altos e baixos. Claro, a relação aqui é mais de pai e filho, mas, mesmo assim, é conturbada. Porém, nada que as alegrias não superem.

Bom, a origem do blog, quase todo ano eu conto. Num resumo bem rápido para quem ainda não conhece é:

“Depois que escaneei uma página de Almanaque Marvel #3, da Editora Pandora, em que eu queria mostrar uma história do Deadpool ali publicada para amigos no grupo cinema.uo (atual Trollnet), percebi que eu podia fazer isso a sério, com gibis inteiros, pois lembrei que isso era feito num site chamado Toca do Carcaju, que foi fechado pela Editora Abril. E fiz.”

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A imagem que abre o post é uma tentativa de reproduzir o primeiro logotipo que o blog teve. Original, não? E nem entrega minha preferência pela DC, mesmo que tudo tenha começado com uma HQ da Marvel. Mas, para a época, isso pouco importava. Escrevi “Rapadura Açucarada” ao lado do logotipo e tasquei lá em cima, sem saber muito bem no que iria dar.

O fato é que, na origem antes da origem, o blog não tinha intenção de ser sobre quadrinhos, mesmo que, provavelmente, eu citasse o assunto de vez em quando. Hospedado no Weblogger do Terra, que nem existe mais, era uma coisa bem sem graça, pois eu nem sabia que existia uma palavra chamada template.

As visitas eram praticamente todas do grupo cinema.uol – que falava de tudo, menos de cinema – pois era um pessoal muito gente fina, que insistia em visitar, não sei exatamente porquê. Eu publicava umas piadas, colocava umas imagens, mas nada que dezenas de outros blogs não estivessem fazendo melhor.

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A entrada do Deadpool em cena é que foi mudou tudo. Eu tinha um scanner, mas, serei sincero, nunca o havia usado para absolutamente nada. Compramos porque parecia algo que precisaríamos em algum tempo no futuro e, realmente precisei. Mas, até hoje, depois de tudo, ele ainda guarda alguns mistérios, para mim.

Mas, o fato é que, novamente o grupo uol.cinema (sim, esses caras foram essenciais para a continuidade do que viria a seguir) apoiaram não só visitando, mas ajudando com scans e traduções. Só não cito nomes, porque não lembro de todos, e ficaria chato lembrar de uns e omitir outros. Sem contar que eram muitos.

O banner acima foi a segunda versão, já melhorada, por alguém que fez especialmente para o blog.

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Infelizmente é impossível eu dizer com precisão qual foi a primeira HQ que digitalizei inteira. E não, não foi o Almanaque Marvel #3, da Editora Pandora. Dele eu fiz apenas uma páginas mesmo, e enviei para o grupo.

Não o escaneei, porque era um mix, com histórias incompletas, e eu não tinha os outros números. Não fazia sentido fazê-lo Assim sendo, fui fazer outros. Lembro que, na época, estavam sendo publicados a minissérie Gerações, de John Byrne e, também, começava a sair nas bancas Planetary/The Authority, que durou apenas três edições. Sei que essas estavam entre as primeiras. 

Mas, aquela que marcou, como a primeira digitalização realmente importante foi Camelot 3000, o encadernado publicado ainda pela Editora Abril. ainda não havia nenhuma das edições encadernadas em formato americano que viriam a sair mais tarde.

Foi a primeira que alguém resolveu me dar dicas de como melhorá-la e de como postar. Por mais bizarro que pareça hoje em dia, eu postava página por página em um site chamado kit.net. Sério, no início de 2003 eu não sabia o que era Winrar.

Também me disseram que apertando tais teclas, a aparência melhorava. E aconteceu mesmo. Tive de fazer o mesmo em cada página e reenviar. Era o começo de um longo aprendizado que nunca termina.

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O problema de colocar os scans em WinRar era que tornava o Kit.net inviável, já que ele não aceitava arquivos comprimidos. Começava aí, também, uma busca incessante or lugares para alocar os arquivos, que me levou aonde muitos homens já estiveram: Intelig, Rapidshare, compartilhamento por conta de e-mail, Megaupload, e assim por diante. Até pagar um lugar eu paguei, certa vez. E foi aí que tive de parar, pois mandaram o site deletar os arquivos. O que mais gostei, foi que me perguntaram antes o que deviam fazer, e eu disse ape4nas que deviam apagar sim.

Assim, o blog passou por um tempo sem scans, onde eu colocava poesias (e o pessoal só faltava me xingar), links, mulher pelada, vídeos, mais links, mais mulher pelada. Com o tempo comecei a escrever memórias, contos e no meio disso tudo nasceu Jerusalem Jones, e me orgulho bastante disso.

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Mas, aos poucos, tudo voltou ao normal de novo. Quer dizer, quase normal. O blog se tornou um híbrido das duas fases. Agora eram scans e textos. Na verdade, qualquer coisa que me desse na telha, e é assim até hoje. Se amanhã eu quiser falar sobre jardinagem, vou falar. Ei, voltem aqui! É zoera.

A segunda fase dos scans – a Era de Prata – veio com toda a força. Os scans traduzidos que eram feitos na primeira fase por visitantes do RA, a sua maioria ganhou casa própria. Blogs como o Immateria estavam empenhados nesse serviço e ele e outros gerariam outros que gerariam outros. Assim, eu pude me concentrar em tentar completar um ou outro título, como foi o caso de Preacher que, com a ajuda do misterioso JP Volley na tradução, consegui terminar, pela primeira vez no Brasil, todas as 66 edições.

Também tivemos Akira, Animal, Aventura e Ficção e por aí vai. Graças a ajuda de muita, muita gente MESMO! Sozinho não teria feito nem a metade da metade disso.

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E, assim, os anos foram passando e os scans que fiz com tanto zelo foram ficando defasados em relação a monitores de LED e a tecnologia dos tablets. Eles foram os pioneiros, mas precisavam descansar agora.
Olhar uma HQ digitalizada de 13 anos atrás, hoje em dia, era como ver um veterano de guerra: tinha seu valor, mas agora não aguentava mais a batalha. Assim sendo, resolvi que deveria refazer todos que eu fosse reencontrando, na medida do possível.

Ainda conto com ajuda, mesmo que não seja na mesma quantidade que antes. Mas, recebo muitas contribuições, sendo que a maioria são de HQs físicas, o que me deixa bem livre para digitalizar e restaurar da forma que eu quero.

Não faço mais nenhum formatinho. Primeiro, pela dificuldade e tempo extra que se leva para restaurar. Segundo porque tem sites fazendo isso bem mais rápido do que eu faria, como o Rock & Quadrinhos, para citar um exemplo.

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Outro grande acontecimento, que agora faz parte dos anais (uia!) da história do RA, foi a publicação – mesmo que de forma bem modesta – do livro com os contos de Jerusalem Jones que escrevi aqui, com o último conto inédito,feito apenas para o livro.

É algo que me deixou feliz, pois mostrava que eu também podia criar, não apenas copiar o que outros faziam.

Por fim, deixo aqui minha visão do que é o compartilhamento de arquivos: é essa forma que todos nós temos de levar o que gostamos, de dizer, olha, eu gostei disso e acho que você também vai gostar e, quem sabe, até se animar em comprar, se achar que vale mesmo a pena. É como emprestar um gibi, só que para centenas ou milhares de pessoas. Mas, só é compartilhamento, se for gratuito. Se não puder ser, melhor nem começar.

Bom, sei lá, é só o que penso. Fico aqui, e agradeço a todos que acompanham ol blog seja por 13 anos, ou por 13 dias. Só está aqui ainda, porque alguém vai usufruir aí do outro lado. Até mais.

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P. S.: Sim, tem presente, ele vem amanhã – dia 22 – ou no máximo dia 23 se eu me atrasar. Só para deixar uma dica, é mais uma HQ que será completada. Amanhã ou depois saberão qual é.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Inumanos/Manto & Adaga

GRAPHIC NOVELS MARVEL: INUMANOS/MANTO & ADAGA
Tradução e Letras Respectivamente: Gibiscuits e Só Quadrinhos

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A Editora Abril nos agraciou com as coleções Graphic Novel, Graphic Álbum e Graphic Marvel. Além dela, a Editora Globo também publicou algumas graphic novels. Com tudo isso, ainda assim, não se publicou tudo de graphics lançadas pela Marvel, por exemplo. Por sorte temos os grupos de tradução e letreiramento de scans como o Gibiscuits e o Só Quadrinhos, sendo que o fórum deste último arregimenta e centraliza a maioria de scans traduzidos. Estes dois peguei lá, apesar do primeiro ter sido feito pelo Gibiscuits.

Os Inumanos trata de uma ruptura que há entre Medusa e Raio Negro. Quando o Conselho dos Inumanos decide que o bebê de Medusa, que nascerá em breve, pode ter que ser destruído e Raio Negro não vai contra esta decisão, Medusa foge para a Terra.

Crystalis, ao apoiar sua irmã, também entra em conflito com seu marido Mercúrio e vai atrás de sua irmã. Mas, Gorgon, Karnak e Minxi também decidem procurar Medusa e ajudá-la nesta hora em que ela mais precisa. Mas, nada será um mar de rosas.

Vivendo como párias em um ferro-velho, os Inumanos acabam mexendo com a atmosfera do local, para torná-la mais pura e isso acana se voltando contra eles. Além disso tudo, Máximus fugiu de dua prisão e quer se aproveitar da situação.

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Em Manto & Adaga Bill Mantlo traz de volta Jack, O Estripador, que enfrentará a dupla de heróis renegados.

Quando Adaga e Manto brigam por desavenças sobre o que fazem – punir os malfeitores – o padre que os acolhe decide que, na verdade, Manto não passa de alguém possuído pelo demônio e tenta exorcizá-lo. Manto acha que o padre enlouqueceu, mas, quando a água benta que é atirada contra ele, o machuca, ele começa a ter dúvidas.

Se aproveitando deste incidente e do distanciamento entre os dois, um terrível vilão consegue trazer de volta à vida Jack, o Esttripador, que volta a matar, como antes, e cada novo crime seu, é creditado e Manto, que passa a ser perseguido pela polícia e pela própria Adaga.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Graphic Novels #10 a #15

GRAPHIC NOVELS #10 a #15
Scans by H.O.R.D.A., RA, Onomatopéia e F,A.R.R.A.

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Num passado distante, quatro poderosos e cruéis feiticeiros controlam cinco cidadelas. Uma horda de bárbaros invade e saqueia brutalmente o domínio dos bruxos. Estes, embora velhos, utilizam seus poderes e torturam cruelmente, até a morte, o líder bárbaro Athagaar e sua amante, Ren. Anos depois, no futuro, o bárbaro volta, reencarnado num corpo alienígena, em busca de vingança.

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Nesta graphic novel, intitulada Parábola, cansado das insanidades humanas, o Surfista Prateado procura exílio à margem das sociedades e dos costumes insípidos dos homens. Mesmo entre eles, o herói cósmico não mais se mistura nem tenta se envolver em assuntos terráqueos.

Pelo menos, era o que pensava.

Uma gigantesca nave alienígena rasga os céus em direção à Terra, provocando um abalo ainda maior dentro das já claudicantes estruturas sociais e do próprio espírito humano, fazendo-o cego em acreditar que um salvador das estrelas veio para redimir a todos.

Em meio ao pânico e ao medo generalizado, duas vozes se levantam. Uma prega pela submissão à vontade da entidade desconhecida como única via de salvamento e remissão total. Outra apenas procura, novamente, a razão nos corações, para que enxerguem a verdade.

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Na década de 1930, nos Estados Unidos, um piloto encontra um projeto roubado do governo, e passa a utilizar um jato nas costas e um capacete, para atuar como herói. Mas os nazistas estão atrás do protótipo, e vão fazer de tudo para recuperá-lo. Uma linda recriação de época, com belos desenhos, com destaque para a belíssima namorada do herói, baseada em Betty Page. Rendeu um filme para o cinema, bastante fiel à HQ.

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A maior honra para um guerreiro em batalha é carregar a Bandeira do Corvo, símbolo da vitória. Mas o encarregado disso tem o fardo de morrer na luta, e deixar o símbolo para seus descendentes. Só que os trolls trapaceiam um dos herdeiros desse legado, e para recuperar a bandeira terá que ser feita uma jornada enfrentando ogros, gigantes, trolls e feitiçarias. Uma aventura baseada inteiramente na mitologia nórdica.

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Após ser atacado por um dragão Groo perde suas espadas que acabam ficando no meio de ossadas humanas, quando os aldeões encontram o que julgam ser o corpo do errante, mais que depressa, levam a notícia para o rei que odeia Groo o qual espalha a notícia e dá uma grande festa no reino…

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A Legião Alien é formada por um grupo de guerreiros mercenários, de diferentes raças alienígenas, numa poderosa unidade de combate. Eles terão que enfrentar o terrível desafio dos Tecnóides (uma espécie de andróides) que querem colocar um fim à ordem vigente.

domingo, 8 de novembro de 2015

Aventura e Ficção #09

AVENTURA E FICÇÃO 09 de 21
Digitalização e Restauração 2.0 by H.O.R.D.A. Comics

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Na edição nove de Aventura e Ficção, publicada em Janeiro de 1988, temos as histórias O Filiesteu, por Denny O’Neil e ninguém menos que Frank Miller; Fiança, de John Arcudi e Vincent Walter; o Sobrevivente de J. M. Dematteis e Geof Isherwood; Bucky Bizarro, de Steve Skeats e Steve Snallwood; Uma Rã é Uma Râ? de Stephen Perry e Steve Bissete; Força G de James O’Barr e, por fim, Zona de Combate de Pepe Moreno.

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sábado, 7 de novembro de 2015

Animal #06 e 07

REVISTA ANIMAL #06 e #07
Digitalização e Restauração 2.0 by H.O.R.D.A. Comics

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Confesso que, até o advento dos scans, eu nunca tinha posto a mão em uma Animal. Talvez a tenha visto pelos sebos da vida, mas, por não conhecer não devo ter dado nenhuma atenção. O fato é que ficou este vácuo gibístico em meu currículo.

Quando comecei a postar scans aqui, lá pelo início de 2003 – o blog existia desde novembro de 2002 – uma das coleções que os colaboradores começaram a me enviar foi a de Animal. Assim, vim a conhecer essa pérola dos quadrinhos underground. Era uma espécie de Heavy Metal mais radical, se é que isso era possível.

Assim como na Heavy Metal, proliferavam os quadrinhos europeus e sempre os mais impactantes. Artistas brasileiros também faziam parte de sua folha de pagamento.

Em mais estas duas edições que foram “remasterizadas”, Animal nos traz desde mais Squeak, The Mouse de Mattoti, até Killer, a História de Michael Rockson, o Rei do Pop. Divirtam-se.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

100 Balas Vol. 07

100 BALAS – VOLUME #07 de 15
Digitalização e ajustes by H.O.R.D.A. Comics

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As peças vão se arrumando no tabuleiro de 100 Balas. Neste volume, seis delas nos são reapresentadas: Lizzy, Cole, Benício, Lono, Graves e Wylie. Cada uma delas com sua importância, seja ela maior ou menor.

O Cartel também está se mexendo, e tem que lutar entre eles mesmos e, quem sabe, contra Graves. Tudo que acontece aqui, está fadado a ser um beco sem saída. Ou não.

Lizzy revê suas amigas, tentando lembrar de onde veio. Cole vai atrás de sua ex-noiva, tentando juntar o que ele mesmo espatifou. Lono é enviado em uma missão de vida ou morte. Benício, filho de um dos chefões do cartel, não quer saber dos negócios do pai, nem de seus jogos, Wylie precisa deixar de lado um emprego fracassado e trilha um novo caminho. E Graves, bom, Graves é Graves.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ex Machina Vol. 02

EX MACHINA – VOLUME 02 de 09
Digitalização e ajustes by H.O.R.D.A. Comics

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Mitchell Hundred é o primeiro super-herói de verdade que aparece no mundo. Atingido por algo que desconhece, ele adquire o poder de se comunicar com qualquer máquina e de ser obedecido por elas.

Depois de uma curta vida como super-herói e do atentado de 11 de Setembro, Hundred decide que fará melhor para ajudar as pessoas se se candidatar a prefeito da cidade de Nova York. E assim o faz, e vence. Como prefeito terá desafios ainda maiores do que como super-herói.

Neste segvundo volume, Hundred se vê às voltas com um  símbolo estranho, relacionado ao incidente que lhe deu superpoderes. Um agente da NSA tenta decifrá-lo, mas o símbolo parece ser mais perigoso do que parece.

Já, como prefeito, Hundred precisa lidar com o alvoroço que causa na cidade ao decidir oficiar um casamento gay.

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