sexta-feira, 28 de novembro de 2014

12 Anos de RA: Trilogia X Completa


ANIVERSÁRIO DE 12 ANOS DO RA: PARAÍSO X
Terceiro e Último Volume by Horda Comics


Image and video hosting by TinyPic
Image and video hosting by TinyPicImage and video hosting by TinyPic
PARA BAIXAR, CLIQUE AQUI


E o Rapadura Açucarada está entrando na adolescência! São 12 anos de estrada, com idas e vindas, mas sempre estando por aqui. Nos últimos dois aniversários - de 10 e 11 anos - tivemos, respectivamente, a publicação de Terra X e Universo X. Então, como não poderia deixar de ser, o aniversário de 12 anos vem acompanhado do terceiro e último volume desta saga engendrada por Alex Ross e Jim Krueger. Foram 1.838 páginas digitalizadas e remasterizadas. Um trabalho da porra! Tanto trabalho que o post de aniversário nem foi no dia certo, 21 de novembro. Mas, o importante é o espírito.

Já tivemos de tudo nestes doze anos. Começamos com scans, depois tive de parar e colocar poesia - foi uma época negra - e, em seguida, o blog se tornou um repositório de links interessantes, ou não. Também tivemos as mulheres peladas, que provocavam alegrias e protestos. Depois de um tempo comecei a escrever vários acontecimentos de minha vida, em uma espécie de biografia fragmentada. Tendo descoberto que sabia escrever, passei a criar contos dos mais variados gêneros, incluindo faroeste. Isso rendeu um personagem que se tornou tão querido do público quanto os scans de quadrinhos: Jerusalem Jones. E, a vida é cheia de surpresas. O trabalho com os scans me rendeu um livro publicado justamente do personagem, como o pessoal que visita o blog já bem sabe. Uma recompensa e tanto!

Em longos doze anos, tendo sempre relatado como foi o início do blog e como os scans vieram parar aqui, talvez eu tenha esquecido algumas curiosidades ao longo do caminho. Algumas delas são:

- O blog me ajudou no tratamento da minha Síndrome do Pânico. Terapia ocupacional.

- No inicío, bem no início, os scans eram colocados página por página. Acreditem, eu não sabia o que era WinRar.

- Eu comprei todos os cinco volume de A Saga de Thanos, na Gibimania, do Marquinhos. Mas, quando vi o volume de trabalho que seria, fiquei apavorado e dei a coleção para um amigo da internet, o Fábio Negro. Muitos e muitos anos depois, eu adquiri a coleção novamente e encarei o desafio.

- Eu não sabia onde encontrar scans estrangeiros, para traduzir. Era um mistério, para mim, onde baixá-los. Um dos que me ajudavam com isso foi o dono do Immateria, Thiagaum. Ele era um tipo de atravessador. Ele também me conseguiu o fanfilm do Lobo e sextape da Paris Hilton. Tempos sem torrent.

- O nome Rapadura Açucarada surgiu porque eu achava que o blog precisava de um nome idiota.

- Antes de conhecer os scans de quadrinhos no site A Toca do Carcaju, eu não conhecia a palavra "scan".

- O fórum F.A.R.R.A. ganhou esse nome porque era uma sigla que eu inventara para uma rixa que estava tendo entre o RA e o GibiHQ. Eu não lembro o que significavam as letras na época, mas, o R e o A finais, sempre eram Rapadura Açucarada. Bons tempos!

- Só passei a conhecer o formato PDF depois que alguém pediu para postar os scans em seu site, neste formato. Eu nunca quis postar em PDF.

- Comprei A Balada de Halo Jones DUAS VEZES na intenção de escanear, mas nunca fiz, porque olhava a HQ e achava chata demais para ter esse trabalho. Acabava dando para alguém... a HQ, quero dizer. Ah, é do Alan Moore.

- Eu passei a comprar quadrinhos sempre pensando em digitalizar. Ler se tornou quase secundário. Com o tempo parei com essa mania. Hoje em dia faço isso apenas com HQs antigas, que compro em sebos.

- O blog ficou um tempo sem ter scans. Havia uma certa ameaça pairando sobre ele, mas no fim ficou tudo bem. O tempo que ficou sem scans pareceu uma década, mas na verdade se passaram apenas uns oito meses.

- O blog deixou de ter scans novamente porque esse trabalho foi transferido para o fórum F.A.R.R.A. por uns três anos (2007-2010). Mas o blog ainda funcionava como uma ligação com o fórum e os scans. Com o fim do fórum como um local para downloads, as HQs voltaram para cá.

- O blog Onomatopéia Digital foi criado para servir como um depósito, onde as HQs feitas aqui podem ser melhor organizadas depois, lá.

- No início do blog eu assinava OutsiderZ, que eu mesmo pronunciava errado: "Autisaider Zê". Liberdade poética. Mas, quem lia, pronunciava como se o Z funcionasse como S, "Outsiders". O que era até o correto, já que o apelido veio de Os Renegados, grupo de heróis que o Batman liderava. Os amigos me chamavam de OutZ.

- Antes de escanear a primeira página de quadrinhos, aquela célebre do Deadpool, eu nunca havia escaneado NADA. O scanner só estava aqui porquê a Lia, minha esposa, queria ter todos os periféricos que eram vendidos. Nunca o usamos até aquele fatídico dia.

- Pelo menos duas vezes eu tive doações de uma grande quantidade de HQs feitas por gente que acompanha e gostava do blog. Como muita coisa era formatinho, que já era feito por outros blogs e sites, eu simplesmente vendia, para comprar outros gibis que eu queria escanear. Também tive doações menores e agradeço a todos.

- Aprendi a aperfeiçoar minhas digitalizações ao longo desses 12 anos. Tive muitas dicas de muitas pessoas, a maioria delas de Cimerian Satan.

- Escaneei Camelot 3000 três vezes durantes esses 12 anos.

- Quando comecei a escanear, eu não sabia que tinha que limpar os scans. Nem fazia idéia do que era isso. Escaneava e mandava como estava. O primeiro comando que aprendi para "limpar" uma HQ foi CTRL + ALT + L. Semanas depois aprendi que com CTRL + L eu conseguia aperfeiçoar o que o primeiro comando fazia. Era só o começo de uma longa jornada.

- A primeira vez que escaneei Watchmen foi da edição em 12 números emprestadas pelo... dono do GibiHQ. Isso, isso, isso!

- A primeira vez que o RA foi citado na mídia impressa se deu na extinta revista especializada em games e quadrinhos Herói.

- Nunca consegui usar o DC++.

- A frase que começou tudo isso foi: "escaneia uma página dessa HQ aí pra a gente ver!"

- Eu criei o fórum F.A.R.R.A. porque detestava fóruns e detesto até hoje.

- Quando o fórum finalmente foi obrigado a fechar ele tinha 100.000 usuários que nunca tiveram que pagar ou doar um único centavo durante os três anos que ele existiu, naquele formato.

- Só sei usar o Photoshop para limpar HQs, mais nada.

- O blog começou no extinto Weblogger do portal Terra.

- Quando comecei o blog eu tinha 33 anos e estava casado há dois. Nunca tivemos filhos, por opção nossa, mas com todo apoio que Lia sempre meu deu, pode-se dizer que o blog é nosso filho de 12 anos. Claro, e os 3 gatos e dois cachorrinhos. Te amo, Lia!


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

James Cartago: Aventureiro do Infinito


JAMES CARTAGO: AVENTUREIRO DO INFINITO

Image and video hosting by TinyPic


"James Cartago não tem uma origem esplendorosa como a dos antigos mitos. Ele deixou a casa dos pais aos 35 anos quando esta foi atingida por um fragmento de meteoro. Não adquiriu superpoderes e ainda perdeu seus pais e a boa vida. Foi forçado a aprender a viver e começou a vaguear pelos planetas e galáxias mais próximos. Um sem-teto espacial. Após receber uma moeda estranha, no planeta Holúnia, percebeu que esta dava-lhe o dom de entender o universo de uma forma diferente e passou a se travestir de fêmea e ganhar a vida nos bordéis de Paraninfa, o planeta das pir..."

PARA COM ESSA PORRA, ORLANDO!

Orlando é meu cão. Estou começando a me arrepender de ter lhe dado uma coleira indutora. Sua primeira frase ao perceber que podia falar e eu entender foi: "Não quero esse nome idiota, Skip. Pode me chamar de Orlando, como minha mãe fazia". Decidi que era melhor não discutir com um cão. Agora ele pegou essa mania de inventar uma origem diferente para mim, toda vez que está entediado. O pior é que gostei de Orlando. Ah, e numa dessas ele soltou "Aventureiro do Infinito" e acabei decidindo usar isso em meus cartões. Não que eu os use muito, mas ficou bom. Ele só não pode saber disso. Ficaria insuportável.

Recebi uma oferta de trabalho em Mara 1. Planeta descoberto há poucos anos e desabitado. Se tornou um pólo arqueológico. Descobriram que ele foi habitado há milhões de anos atrás e os arqueólogos logo se tornaram meros traficantes de relíquias. Alguns metais desconhecidos no universo conhecido só existem lá, e valem umas trezentas mil vezes mais que ouro. Claro que a morte acompanha a ganância e o planeta se tornou uma terra de ninguém, um lugar sem lei. Os últimos arqueólogos genuínos já viraram coisa do passado. Eu não deveria por os pés lá. Nigel Boss é o chefe da bagunça que aquilo acabou virando. Só não está morto ainda, por ter uma couraça muito forte, literalmente falando. E, claro, o chamado partiu dele.

- Vamos morrer.

Nada disso. Orlando é um cão pessimista. Nigel Boss quer que eu transporte uma pequena carga para seu planeta natal. Ele confia em mim, mais que em qualquer um de seus capangas. O fato é que eu salvei sua vida uma vez.

- Isso não é garantia de nada.

Sim, eu sei. É que foi logo após ele tentar me matar. Acho que isso conta. Um dia eu conto essa história em detalhes. Minha moto seguiu a toda para Mara 1. Meu traje me protegia de qualquer imtempérie do lugar e ar não era problema. O OxyCon ainda me manteria por dois dias, se precisasse. Porém, não precisou, Orlando estava certo. Morremos.

*****

- EST...IDOS... IM...CIS... SEUS...ORRA!

Eu escutava a voz de Nigel Boss, como num antigo rádio com estática. Tentava lembrar o que aconteceu, mas era tudo tão indefinido. Lembro de ter visto Orlando pular da moto e avançar, rosnando e babando, para atacar alguém. Fiquei alerta e puxei minha arma real, e nao a decorativa. A pulsar ainda conseguiu evaporar uns 5 atacantes, mas eram muitos. Orlando foi... nossa, nem gosto de lembrar. E eu senti apenas uma dor súbita na parte de trás da cabeça e depois senti que eu me expandia. Fora vaporizado. Nunca pensei que a sensação fosse tão... boa? Coisa estranha. Mas, ali estava eu, em cima de um cama de metal. Orlando estava num canto. Abanando o rabo, mas sério. Ele sempre esquece que o rabo o trai. Estávamos vivos novamente.

- Acho que estamos quites, Jimmy. Desculpe pelos meus homens. Eles são a escória da escória. Atacam qualquer coisa que entre no planeta e não esteja devidamente marcada e eu fui burro e não te dei meu marcador virtual. Como eu te devia um favor, aqui está você de volta. Todo dolorido, mas de volta. Seu cão é revoltado, hein.

- Esses devem ser os piores capangas do universo. Fico espantado de que ainda esteja vivo. Mas, me diga, ainda precisa que eu leve a mercadoria?

- Jimmy, eu perdi o material.

- Ué, como assim?

- Eu o gastei.

- E você me fez vir até aqui a toa? E ser morto? E ressuscitado?

- É, a questão é essa mesmo. Eu gastei ele com você. Era um aparelho estranho, que estava petrificado. Sal, nosso cientista-mercenário estudou o troço por três meses, depois que conseguimos limpá-lo. Em um resumo, que fiz Sal simplificar depois de umas três porradas, era um ressuscitador. Ele não tinha certeza se funcionaria. Mas, se funcionasse seria uma única vez. Eu ia enviá-lo...

Nigel parou de falar. Acho que não queria que seu pessoal perdesse o respeito por ele. Um frio percorreu minha espinha e meu estômago ficou estranho. O aparelho me reintegrou e ao Orlando. Funcionou mais de uma vez. O Sal estava errado. Eu sei para onde Nigel ia enviar o aparelho.

- Eu ainda posso levá-lo. Posso tentar...

- Não. Já disse que o gastei. Ele se desintegou após o uso. - Nigel falava com uma voz sem emoção. Você não me deve nada, Jimmy, nem eu a você. Não somos tão amigos para que você se preocupe com meus problemas. Está livre para ir. Mara 1 é tudo que me resta. Espalhe que o planeta é meu.

- Sem problema, Nigel.

Orlando e eu fomos em direção à minha moto - não uma simples moto, mas é como gosto de chamá-la - e partimos deixando Mara 1. Estranho como as pessoas podem agir de modo inesperado. Como alguns são movidos por uma honra, mesmo quando são assassinos inescrupulosos. E a honra pode ser dolorosa.

- Para quem ele ia enviar o aparelho, "Jimmy"? - perguntou Orlando.

- Para casa. Tenho certeza que ele ia ressuscitar a filha.

O resto da viagem foi em silêncio, como o espaço a nossa volta.


terça-feira, 25 de novembro de 2014

A Primeira Resenha


JERUSALEM JONES POR ADRIANO ANTÔNIO
O livro na visão de alguém que não seja eu


Image and video hosting by TinyPic


JERUSALEM JONES - O DESERTO TE CHAMA*

E eu como todo bom leitor respondi ao seu chamado! O livro do amigo Eudes Honorato narra em forma de vários contos as aventuras e desventuras de Jerusalem Jones, personagem fictício que transita por vários gêneros da literatura durante seus 22 capítulos e 136 páginas. Originalmente o personagem foi criado através de pequenos contos publicados no blog Rapadura Açucarada, o nome Jerusalem lembra a cidade que é a capital de Israel e o sobrenome Jones remete à Indiana Jones, célebre personagem aventureiro do Cinema. O protagonista é uma mistura de bandido e mocinho que faz e vive como quiser, um típico fora-da-lei underground que só segue seus próprios interesses.

Nos contos estão quase (ou todos!) os gêneros possíveis e imagináveis (ou inimagináveis!), levando o leitor a uma viagem "noir" pelo faroeste com direito à comédia pastelão, horror, ficção-científica (pois inclui segundo o autor viagens no tempo em que o personagem encontra a si mesmo em diferentes versões), horror, drama, roteiro de seriado japonês, enfim pode se esperar de tudo e mais um pouco ao ler suas peripécias! Leitura altamente recomendada à todos os amantes e apreciadores da arte de uma boa leitura!

*Na minha humilde opinião, daria uma excelente história em quadrinhos e além do mais eu gostei do livro em "formatinho!


TÔ ATRASADO! TÔ ATRASADO!

Image and video hosting by TinyPic


O surgimento de novas responsabilidades na vida pessoal fizeram com que eu nem mesmo fizesse um post de aniversário no dia 21, que seria quando postaria o Paraíso X. Deixarei para fazer o post junto com a HQ. O atraso também se dá devido ao fato de todas os três volume da trilogia terem págins duplas demais, que precisam ser escaneadas em separado e depois emendadas via photoshop. Para uma pessoa que não é profissional, imagine o trabalho que dá. São 650 páginas e faltam agora 200 cravadas. É uma verdadeira saga em si. Um certo perfeccionismo também atrapalha. Mas, estará aqui, já que foi começada. Entre um tempo vago da vida e outro, os scans continuam.


domingo, 16 de novembro de 2014

Livraria Cultura e Jerusalem Jones


JERUSALEM JONES NA LIVRARIA CULTURA
Peça pelo site e receba na Cultura mais próxima

Image and video hosting by TinyPic
A amiga Aline retirou o seu na livraria


Ao comprar o livro Jerusalem Jones: O Deserto Te Chama pelo site da Livraria Cultura, a pessoa tem a opção de retirar em uma das livrarias físicas mais próximas. Só fiquei sabendo dessa possibilidade ao ser informado por três amigos que já haviam feito isso. Ou seja, a espera é bem menor que a informada quando é para se entregar em casa. Quando a amiga Aline postou uma foto no Facebook do seu livro recebido, mal pude acreditar. Além disso, ela me pediu para "autografá-lo", e eu fiz. Quer dizer, virtualmente, mas fiz.


Image and video hosting by TinyPic
Meu primeiro autógrafo virtual


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Aventura e Ficção 2.0 - #01


AVENTURA E FICÇÃO #01 de 21
Scans by HORDA Comics

Image and video hosting by TinyPic
PARA BAIXAR, CLIQUE AQUI


Em primeiro lugar, HORDA Comics somos nós mesmos. São as iniciais de Honorato, Rapadura Açucarada e Onomatopéia Digital, que formam HRAOD. Embaralhei as letras em um anagrama e surgiu HORDA, assim eu juntei todo mundo em uma coisa só. O selo agradeço mais uma vez ao Caio Kwa.

Em segundo lugar, entre o post anterior e este, surgiu a oportunidade de renovar os scans de Aventura e Ficção em uma versão 2.0. A coleção inteira. Confesso que é trabalhoso e um desafio, pois o papel não ajuda muito. Tentarei fazer o que posso. E, já que estamos no mês de aniversário, fiz logo a número um, para podermos ter uma ideia de como será esta nova digitalização. Depois do aniversário pegarei firme nos outros números. E, se nada der errado, logo estarão aqui.

Aventura e Ficção foi feito anteriormente com a ajuda de pessoas como Cimerian Satan e Bob Cuspe Jr. Mas, como aconteceu com muitos scans, ficaram defasados devido ao avanço da tecnologia e ao fato de que fazíamos os scans sem pensar no futuro. Mas, o que importa é que fazíamos. E muitos tiraram proveito destes. A chance de renová-los apareceu e eu peguei.

A revista é um clássico entre os leitores da década de 80 e trazia contos em forma de quadrinhos, sendo que boa parte deles eram de revistas da Marvel.Com o tempo, e chegando próximo do fim da revista tivemos quadrinhos europeus e nacionais na mesma. O número que abre a coleção traz Shandra, uma rebelde em um mundo em guerra, de Lynn Graemme, John Buscema e Joe Jusko. Ataque a Madstar, de Peter Gillis e Gene Day, uma saga interplanetária. Espelho, Espelho Meu, um conto de suspense de Bruce Jones e John Buscema. Deus está Conosco, de John Byrne e Pizza, a estréia de Trovão, o personagem de Will Jungkuntz. Grátis poster com a ilustração da capa, editado por Miguel R.


Image and video hosting by TinyPic
Novo e anterior


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A Mão Invisível


A MÃO INVISÍVEL - MINI EM 02 EDIÇÕES
Digitalização e Tratamento 2.0 by HORDA Scans


Image and video hosting by TinyPic
PARA BAIXAR, CLIQUE AQUI


E chegamos mais uma vez ao mês de aniversário. Não, não dos Supermercados Guanabara, mas do Rapadura Açucarada. Dia 21 o blog completará seus 12 anos de existência, entrando assim na pré-adolescência. Não posso prometer grandes presentes, mas ao menos um está garantido. Dois, na verdade. Um, sendo um presente para mim, também. O lançamento do livro Jerusalém Jones: O Deserto Te Chama, que aconteceu no dia primeiro. E, para fechar a Trilogia X, teremos Paraíso X, já que em cada um dos dois últimos aniversário fiz Terra X e Universo X. Então, não poderia faltar o fechamento da saga. E, continuaremos nossa programação normal, nos meses seguintes.

Também temos um novo banner, que na verdade é uma série de banners, em comemoração a este aniversário. Mas, continuaremos com eles mesmo depois. Foram uma gentileza do artista gráfico Caio Kwa, a quem agradeço muito.

Então, para começar este mês, temos A Mão Invisível do selo Vertigo Verité. Na malfadada década de 90, quando os quadrinhos de super-heróis sofreram com a baixa qualidade de roteiros e arte, o que salvava a lavoura era o selo Vertigo. Mesmo a pior história do selo ainda era melhor que a maioria do que se vinha fazendo fora dele. Esta minissérie publicada originalmente em quatro edições, fala de Mike Webb, um mero estudante de economia que, de repente, se vê envolvido em uma dessas teorias de conspirações que só existe na cabeça de pessoas paranóicas.

Mike descobre que o livre comércio pode ser apenas uma ilusão criada por um grupo de homens que vêm há séculos dominando o mundo através de manipulações na economia. Para seus desespero, ele descobre que sua vida pacata, monótona e serena nao é real, e que ele é filho de um desses dominadores do mundo. Mas, com seu pai morto, ele foi adotado e criado por um homem que escondeu a verdade dele, até agora.

Então, Mike é incumbido de levar a verdade ao mundo, verdade essa que seu pai verdadeiro, num momento de arrependimento, deixou em um disquete. Mas,não é tudo. Havia também uma irmã, que foi separada de Mike e levada para as entranhas da Rússia. E é para lá que Mike precisa ir.

Com roteiro de Terry Laban e arte de Ilya e Ande Parks, A Mão Invisível é uma HQ frenética que nos joga em um mundo onde, par sobreviver, é preciso tomar grandes decisões.


Image and video hosting by TinyPic


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Ainda Sobre o Livro


AINDA SOBRE JERUSALEM JONES - O DESERTO TE CHAMA
Um pequeno lembrete para quem ainda não comprou o livro


Image and video hosting by TinyPic


Para evitar o longo prazo indicado pela Livraria Cultura, é possível fazer os pedidos ou esclarecer dúvidas diretamente pelo e-mail de compras da Edusp (Editora da USP): eduspliv@usp.br. No link abaixo há todas as informações para efetuar o pagamento: www.edusp.com.br/compras.asp.


Business

category2