quarta-feira, 29 de maio de 2013

World War Z


O GUIA DE SOBREVIVÊNCIA A ZUMBIS: ATAQUES REGISTRADOS
Um prequel dos livros de Max Brooks

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A mais antiga lembrança que tenho sobre zumbis é do filme Zombie: O Despertar dos Mortos (Dawn of The Dead), de George A. Romero, o pai dos mesmos. Assisti ao filme em um cinema que deixava entrar mesmo que a idade não permitisse e assim eu pude presenciar cenas de terror que me acompanhariam por toda a vida. Mais tarde fui ao cinema ver o divertido A Volta dos Mortos-Vivos, de Dan O'Bannon. Os zumbis comeram meu cérebro, também.

Os mortos-vivos sairam das telas do cinema, mas não, não vieram - ainda - para o mundo real. Foram para os quadrinhos, livros, TV e até para o teatro, se considerarmos que os demônios de Evil Dead transformam as pessoas em mortas-vivas. A Marvel transformou todos seus heróis e vilões em zumbis, os ingleses fizeram sua versão para o cinema dos comedores de gente, em Shawn of The Dead, aqui com o rídiculo título de Todo Mundo Quase Morto.

Com a crescente ascenção dos zumbis, uma HQ chamada The Walking Dead trasformou-se em seriado de TV, e e tornou-os uma mania mundial. Seguindo essa onda, Max Brooks escreveu dois livros sobre o assunto: Guerra Mundial Z (que está para estrear como filme) e Guia de Sobrevivência aos Zumbis. A HQ acima traz os "ataques registrados" que levaram ao acontecimento dos livros. São histórias curtas que se passam em vários lugares e épocas da História humana. Para saber mais, saboreie a leitura.


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Revista Animal #04


REVISTA ANIMAL #04 - SCANS 2.0
"Perdi minha virgindade, tenho que encontrá-la"

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A verdade é que só descobri Animal de verdade quando ela foi escaneada a primeira vez. Quando ela surgiu eu era tão alheio ao mundo underground quanto qualquer garoto que só lia super-heróis, na época. Quando vários colaboradores do RA enviaram números escaneados para que eu os restaurasse, acabei conhecendo mais desta publicação que durou exatos 22 números. Apesar de suas matérias estarem defasadas e até mesmo de eu nem gostar muito da parte jornalística, eu sabia que era necessário que ela fosse digitalizada, preservada. Todas elas.

Algum visitante do blog chegou a me dizer, nesta nova digitalização, "não, não faça, é perda de tempo. A revista não presta". É uma questão de gosto pessoal, dizer isso. O que não é bom pra um, o é para outros. E, mesmo que eu detestasse a revista, ainda a faria, com certeza. Não é apenas scan, é a História. Então, faço sim, com todo prazer. Só não com mais rapidez, porque existem outras HQs a serem digitalizadas. No mais, temos o direito de não gostar de Animal, mas é preciso respeitá-la.


sábado, 18 de maio de 2013

Classics Illustrated 04


CLASSICS ILLUSTRATED #04 - GRANDES ESPERANÇAS
Onde nos encontramos com Charles Dickens

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Charles Dickens escreveu Grandes Esperanças da mesma maneira que produziu a maioria de seus trabalhos: em capítulos, para uma revista semanal. Adiantado apenas um capítulo em relação aos prazos dados pelo editor, o romancista pôde ver a obra quase que totalmente impressa logo que terminou de escrevê-la.

O livro é um dos mais profundos e fiéis retratos da dura realidade da Inglaterra vitoriana, do ponto de vista dos pobres. Numa época em que os trabalhadores sobreviviam à beira da miséria e sob constante ameaça de prisão por dívidas pendentes, as diferenças entre classe média os pobres perfaziam um verdadeiro abismo.

O destino do poderoso Império Britânico era determinado por meia dúzia de milionários insensíveis. Dickens, sem discursar abertamente, usou sua escrita para reinvidicar mudanças sociais.

O mundo de Grandes Esperanças é povoado por personagens genialmente caricaturizados, retratados sob uma luz nova e questionadora. Atavés de Pip, o protagonista, o autor apresenta a ambivalência do tradicional combate entre o bem e o mal.: Pip não é apenas um jovem de bom caráter que sevê jogado na adversidade para depois acabar bem. É uma complicada mistura de bem e mal.

A bondade eventualmente triunfa, à medida que Pip desvincula riqueza material da espiritual: ele toma consciência de seu poder para moldar seu próprio destino e se dá conta de que a virtude não está na aparência das coisas, mas no mérito interior.

Num nível mais simples, Grandes Esperanças é um emocionante perfil da adolescência, capturando tanto os deslumbramentos como as frustrações de um garoto que se torna homem e descobre as múltiplas oportunidades que a vida apresenta. A cena final desta adaptação se baseia na combinação de dois textos: o original (uma passagem sombria, mas compatível com as lições de moral do livro) e um segundo, menos melancólico, que Dickens escreveu a fim de se tornar mais palatável a seus leitores. (Fonte: a própria edição).


terça-feira, 14 de maio de 2013

Maraud


SLASH: O GUERREIRO DO APOCALIPSE - 03 ED.
Uma aventura épica num futuro não muito distante

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Slash - O Guerreiro do Apocalipse é mais um scan 2.0 dentre tantos que ainda precisam ser feitos. Um quadrinho clássico como esse, publicado pela editora Abril, no auge das minisséries e graphic novels, não poderia continuar tendo um scans apenas razoável.

Slash Maraud vive em uma terra dominada por alienígenas. Esta condição já dura anos, e a Terra já foi praticamente colonizada. A resistência aos aliens é praticamente nula, até que Wild Blue convence Slash a liderar uma revolução contra os invasores. Para que tenham êxito precisam encontrar o Dr. X, que não é ninguém menos que um dos invasores que se arrependeu do que estão fazendo com a Terra e se dispôs a reverter o processo de colonização de nosso planeta.

Porém, Wild Blue e Slash são apenas dois, e eles precisam de um exército. Caminhando por um EUA devastado eles encontram os mais improváveis aliados, sejam damazonas, uma gangue de mulheres, ou mesmo uma gangue liderada por um jovem fã de Elvis Presley. Quanto mais o "exército" cresce, mais a chance de sucesso parece possível. Ainda assim, os alienígenas contam com um novo líder, que substitui um cansado Kargh, que vinha deixando os humanos em paz, acreditando que em pouco tempo eles mesmo se destruiriam. O novo líder não pensa assim e parte para o ataque.

Doug Moench e Paul Gulacy foram parceiros por muitos anos criando as aventuras do Mestre do Kung Fu. Assim sendo, os dois tinham mais do que uma química já comprovada, que transbordou nas páginas de Slash. Aventura, romance, humor, sarcasmo e ação são a tônica dessa HQ que traz referências a muitos clássicos do cinema, como Mad Max, Psicose, O Massacre da Serra Elétrica, entre outros. É literatura despretensiosa e divertida. Afinal, para salvar o mundo é preciso ter disposição e humor.


sábado, 11 de maio de 2013

Terra de Gigantes


MICRO - MICHAEL CRICHTON E RICHARD PRESTON
O pai de Jurassic Park e seu último livro

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Michael Crichton nos fez acreditar que os dinossauros poderiam voltar a existir, e este é o seu maior legado. Mas, além de escritor de livros que se tornaram filmes, ele mesmo foi diretor de cinema, produtor e criador da série E. R. (Plantão Médico). Entre seus filmes está o clássico Westworld - Onde Ninguém Tem Alma, onde um autômato em forma de pistoleiro do velho oeste persegue um homem por toda a película. Outro filme seu foi a adaptação para as telas do livro Coma, de seu colega de profissão, Robin Cook.

Depois do sucesso que Jurassic Park fez, Hollywood saiu catando todo e qualquer livro seu para ser jogado nas telas. Isso criou uma enxurrada de filmes ruins, como Congo, Sol Nascente, Assédio Sexual, o 13o. Guerreiro, Esfera, Linha do Tempo e outros. Nem mesmo a continuação de Jurassic Park baseada no livro que dava continuidade à história, teve o êxito esperado. Mas, indiferente a isso, ele continuou a nos dar bons livros, pelo menos para os amantes da ficção-científica despretensiosa.

Em Linha do Tempo, Crichton dá sua versão das viagens temporais; em Presa ele nos leva ao mundo da nanotecnologia; e em Next somos apresentado à engenharia genética e ao que ela poderia criar. E Next (Próximo), ironicamente, seria o seu último livro, já que Crichton nos deixou em 2008, em decorrência de um câncer, aos 66 anos. Jovem ainda, e com certeza, com muitas tramas que poderia vir à luz.

Eu já estava conformado que nunca mais veria uma obra de Crichton, quando este ano encontro nas livrarias Micro. Obviamente uma obra inacabada do autor teria potencial de venda se fosse terminada, e para isso, foi chamado o escritor Richard Preston, que tem seu estilo, mas terminou o livro como se fosse o próprio Crichton que estivesse ali. Se os editores fizeram isso apenas por dinheiro? Pfff, claro que sim. Mas, a meu ver, valeu a pena.

Crichton ia onde o imaginário da ficção-científica o levava: clonagem, viagem no tempo, realidade virtual, micróbios extraterrestres, nanotecnologia e por aí vai. Seu último e inacabado livro nos levaria a um mundo onde ele ainda não tinha posto os pés, o micromundo. Se você gostava da série Terra de Gigantes e gostou também dos filmes O Incrível Homem Que Encolheu e Querida, Encolhi as Crianças, este é o seu livro. Sim, Crichton encolhe pessoas e, como em todo livro seu (com a ajuda de Preston, neste) ele tenta dar um ar de plausibilidade à empreitada.

Lembro de conversar no MSN com uma amiga bióloga e ela se irritar com o filme Jurassic Park, pois não era cientificamente correto, segundo ela. Claro, é um erro ler um livro ou ver um filme que se propõe apenas a divertir, como um se fosse um tratado de biologia ou de ciênca de modo geral. Seria o mesmo que assistir aos filmes de James Bond esperando que fossem um manual de espionagem.

Em Micro, um grupo de sete jovens cientistas está visitando a sede da Nanigen, empresa especializada em microtecnologia, que é usada principalmente para coletar, da natureza, toxinas e outras coisas que possam usar para criar novos medicamentos. A empresa está trabalhando no Havaí. O irmão de um dos cientistas é o vice presidente, mas ao chegar ao Havaí, Peter Jansen descobre que seu irmão, Eric, sofreu um acidente de barco e pode estar morto. A partir daí passamos a ver que Vin Drake, o presidente da Nanigen não quer que se descubra o que aconteceu a seu vice-presidente. Para isso precisa se livrar dos seis pesquisadores e de Peter Jansen. Como não pode simplesmente matar sete pessoas, Vin Drake... os encolhe e joga em uma floresta havaina.

É aí que começa a verdadeira aventura. Diferente do seriado Terra de Gigantes ou do filmes Querida, Encolhi as Crianças e O Incrível Homem Que Encolheu, acompanhamos os pequeninos cientistas em um mundo que eles compreendem, apesar de temê-lo. Os detalhes sobre insetos e plantas são descritos em pormenores e passamos a conhecer um mundo ao qual nunca estaremos lá, a não ser em teoria, ou em um livro de Michael Crichton.

Assim como em Jurassic Park e em outros livros seus, acompanhamos a luta pela sobrevivência dos personagens e vivenciamos cada vez que precisam entrar em uma batalha contra a natureza.

Não sei onde termina Michael Crichton e onde começa Richard Preston. O suspense e a ação são características dos livros do primeiro, o que faz parecer que estamos realmente lendo um livro escrito totalmente por Crichton. Provavelmente era esta a intenção de Preston. Mesmo assim, estar em segundo plano nesta obra não é algo que - alerta de trocadilho - o diminua.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Nos velhos gibis, eu me reencontro...


PELO SEBOS DE TODA UMA VIDA
Aprendi a ler, enquanto passeava

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O primeiro sebo exclusivo de gibis que conheci ficava em uma feira livre, num bairro próximo de onde eu morava. Para um aficcionado em quadrinhos como eu, aquilo era o verdadeiro paraíso. Pertencia a um simpático casal, que todo domingo armava sua banca em uma das entradas da feira e nela espalhava dezenas ou centenas de gibis usados, aos quais eu passava um bom tempo examinando. Eu acabava por descobrir gibis que nunca havia lido ou visto antes, como era o caso do primeiro número da quadrinização do seriado O Homem do Fundo do Mar.

Nesta mesma época, eu era um colecionador compulsivo. Tanto que, em poucos anos, não havia mais onde guardar revistas em quadrinhos. Minha mãe já estava ficando louca comigo. Eu roubava todo o espaço possível da casa e entulhava de gibis. Talvez por isso e por querer algo que sempre desejei, acabei por vender as mais de 500 revistas que eu tinha, justamente para esse casal. Como me garantiram que pagariam na hora, juntei todas em três caixas grandes e levei até eles... em um carrinho de mão, que era a única maneira. Com o dinheiro arrecadado, comprei minha primeira bicicleta..

Com o tempo o casal sumiu da feira, mas apareceram outras pessoas que vendiam gibis usados, no mesmo bairro, já que lá era uma espécie de centro comercial da área onde eu morava. Primeiro apareceu uma pequena banca de jornal especializada em gibis usados, localizada bem perto de onde o casal ficava. Comprei alguma coisa lá, mas não muita. Como a banca era fechada, creio que a falta de um contato mais direto com as revistas, poder pegar, analizar, não me agradou.

Um tempo depois apareceu um rapaz que vendia gibis usados em uma calçada. Lembro que a maior contribuição que este "sebo" teve em minha vida, foi me fazer gostar de Tex e Zagor. A explicação é simples: mesmo comprando todo tipo de quadrinhos nas bancas de jornais, eu achava que os quadrinhos de faroeste era terrivelmente chatos. Era o velho "não li e não gostei" em ação. Daí que eu não queria arriscar meu rico dinheirinho em algo assim, então nunca os comprava. E, esse cara tinha muito de Tex e Zagor. Então pensei, oras, porquê não? É tão barato que se for ruim, nem é tanto prejuízo. E nunca mais parei de lê-los.

Depois de um tempo eu passei a ir além do Lote XV, nome do bairro onde se passava a história até o momento. Comecei a ir a Duque de Caxias, cidade famosa pelo filme O Homem da Capa Preta, com José Wilker. Ia aos sebos espalhados pelas calçadas que por lá existiam. Em um desses encontrei Shakespeare em Quadrinhos, de Gianni De Luca. Fiquei fascinado peal arte de De Luca e pelo modo como ele quase abolira os quadrinhos, fazendo suas páginas em "movimento". Infelizmente nunca fui um colecionador de verdade, e sempre acabava me desfazendo do que conseguia, fosse revendendo, trocando ou emprestando.


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Rarirade que queria muito fazer em scan


Na mesma cidade, em um canto mais afastado, encontrei um outro sebo que me fez relembrar o da feira livre. Ele usava uma banca dessas que se usam exatamente em uma feira, mas era solitário. Lembro que a quantidade de gibis era muito grande, espalhadas por aquela banca improvisada. O que mais encontrava lá eram exemplares antigos de MAD e Pancada (concorrente da MAD). Ainda hoje ao relembrar desse sebo em particular, sinto como se estivesse em um universo paralelo, naquela rua suja, com aquelas revistas sobre uma banca de madeira escura, parecendo infindáveis. Às vezes acho que se eu for àquela rua, a banca ainda estará lá, como se misticamente intocada pelo tempo.

Não é a toa que tenho sonhos recorrentes com estes tipos de sebos. Muitas vezes sonho que estou entrando em uma grande feira livre, procurando ávidamente por alguém que esteja vendendo quadrinhos usados. Nos sonhos, sempre encontro e sempre são gibis que eu nunca li antes na vida. Claro, eles só existem nos sonhos. É uma parte da minha vida que fazia com que eu me sentisse bem, confortável. Talvez por isso os sonhos.

Diferente de uma banca de jornal, que você já sabe o que vai encontrar por lá, pois já espera o que vai sair todo mês, ou o que viu em anúncios da revista (e hoje em dia o que viu na internet), nos sebos você vai encontrar o inesperado e em alguns casos o surpreendente! Coisas que você talvez nunca tenha lido antes ou ainda, exemplares que você pensou que nunca encontraria. É arqueologia emocional.

O tempo se passou e minhas idas a sebos de qualquer tipo foi rareando até parar totalmente. Quando casei e me mudei para a Zona sul do RJ, as coisas retomaram esse antigo rumo. Em grande parte devido ao fato de eu estar compartilhando gibis digitalizados, os scans. Eu precisava de material para escanear, e não queria que fosse apenas o que estava sendo lançado nas bancas de jornal, mas tudo aquilo que eu pudesse conseguir de material antigo.

Apesar de existirem esses "sebos" espalhados pelas calçadas daqui, a especialidade deles eram mais os livros usados, quadrinhos quase não havia. Assim, eu acabei por descobrir as comic shops, e a primeira foi a extinta Gibimania, do Marquinhos, de quem já falei aqui algumas vezes. A comic shop não é exatamente um sebo, mas algumas delas, como a citada, vende muito material antigo, funcionando assim como um sebo, também. A outra que descobri foi a Point HQ, em Ipanema, que ainda existe. Através dessas duas, consegui voltar aos tempos em que garimpava gibis usados.

Em Botafogo, onde moro, ainda há a Luzes da Cidade que, infelizmente é um sebo para ricos e só vou lá para ver se há algo realmente indispensável e que valha o prçeo que pedem. Também compro quando acho que o preço é razoável. Também há os quiosques de livros usados que, às vezes, vendem gibis antigos que aparecem ao acaso e onde o preço é mais justo. Em Copacabana temos a Baratos da Ribeiro, também especializada em livros, onde aparece gibis de tempos em tempos.

E, nos tempos de internet, temos os sebos virtuais, entre eles o que aglomera todos os sebos, que é o Estante Virtual. O Mercado Livre também pode ser considerado um sebo, se você souber como procurar. Porém, onde tenho conseguido revistas a bons preços e muito bem conservadas é no Rika Comics. Favor mandar a grana do jabá.

Enfim, o tempo passa e os tempos mudam, mas a paixão por gibis antigos continua, desta vez com um objetivo específico: compartilhá-los na rede. Os sites de scans talvez sejam a forma de sebo mais perfeita que existe. Você entra, escolhe e pega, sem pagar nada. Faltando apenas aquele cheiro de mofo característico dos gibis muito antigos, que ainda não temos como escanear... por enquanto.


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Surpreendentes X-Men - Vol. 03


SURPREENDENTES X-MEN - VOL. 03
A última parte da saga de Whedon e Cassaday

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O último volume da fase escrita por Joss Whedon e desenhada por John Cassaday. Chega ao clímax as intrigas que levam os X-Men até o Grimamundo, planeta o qual se sente ameaçado pelo grupo mutante, já que uma profecia antiga revela que um deles será o responsável pela total aniquilação daquele mundo. A agente Brand da ESPADA, setor que monitora assuntos alienígenas abduz os X-Men e os leva justamente ao planeta onde eles não deveriam ir. Tem começo o possível cumprimento da profecia.

Além disso tudo, ainda temos uma novata que foi levada junto, Armadura, que sente-se inapta para uma batalha intergaláctica; Cíclope sem seus poderes; uma arqui-inimiga ajudando aos alienígenas eoutros problemas que terão de ser resolvidos no decorrer da batalha. Whedon e Cassaday gravaram seus nomes no hall da fama das grandes fases destes heróis mutantes. Fecham sua participação na série com nada menos que a reunião de todos os maiores heróis do universo Marvel. Se não fosse assim, o título não faria jus ao nome de "surpreendente".

Para baixar os dois primeiros volumes, clique AQUI.


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