segunda-feira, 21 de março de 2011

A Verdade Está Lá em Cima


OS ALIENÍGENA SÃO FODA!
A Verdade Está Lá em Cima

Image and video hosting by TinyPic

XIII CONGRESSO CICLO-LUZ DE GERENCIAMENTO TERRESTRE:

Pois bem, amigos interplanetários, estamos aqui mais uma vez para fazer um balanço de nossas incursões ao planeta Terra e tentar ajustar algumas coisas que não estão indo muito bem, desde que um dos nossos incursores resolveu brincar com a água do planeta e de lá saiu o que hoje conhecemos como "seres humanos". Bom, mas não vamos repisar o passado e nem citar nomes, não é Sr. Plimb?

O caso é que precisamos agora, cuidar para que o planeta sobreviva ao cidadãos terráqueos e, ao fazer isso, precisamos também ser discretos em nossas incursões, o que não tem sido um grande suces... Sr. Corticy, eu agradeceria se o senhor parasse de vir aos congressos com esse traje com a legenda "I S2 Roswell". Esse tipo de piada já perdeu a graça há alguns anos-luz. Se não quiser ser reintegrado, eu pediria que se retirasse. Obrigado.

Continuando: desde que o maldito homem começou a raciocinar, e com isso a observar o que se passa a sua volta, ele tem visto nossas naves e/ou nossos incursores. Logo que aprendeu a se comunicar através da escrita e da arte, registrou isso desde as paredes de suas cavernas até sites de internet. Com a nossa tecnologia avançadíssima, conseguimos driblar alguns desses avistamentos. Lançamos por exemplo o iBlur, que torna as fotos de nossas naves totalmente borradas para os instrumentos fotográficos medievais dos humanos.

Em seguida conseguimos elevar a qualidade de nossos despistamentos com o iLight, que funciona quase como aquelas canetinhas laser, terráqueas, onde desviamos a atenção de nossas embarcações reais, com pontos de luz que não têm uma rota coerente. Para nossa sorte, o cérebro dos humanos costuma aceitar as coisas mais absurdas!

Não demorou muito e nossos cientistas tiveram uma idéia melhor ainda: o iMeter. Devo dizer que não gostei muito do nome, mas a praticiade supera isso. Trata-se, como todos aqui sabem, de uma imitação de balão metereológico terráqueo, que é deixado nos locais em que nos avistam. Não funcionou muito bem na época de Roswell. Teríamos evitado muita dor de cabeça se não fosse um protótipo ainda e não teríamos perdido nossos v-valiosos companheiros... - desculpem, fico emocionado ao lembrar - ... para autópsias grotescas feitas por açougueiros humanos. Por sorte, nossa equipe de Descrédito Instantâneo conseguiu resolver tudo.

Com os avanços na nossa tecnologia, criamos também o iFluor, que, adicionado a pasta criada pelo nosso cientista, Dr. Kolynys, faz com que os humanos fiquem com as mentes embotadas acerca de nossa existência. Só não entendi até hoje porque eles acharam que aquilo era para passar nos dentes, quando era para ser usado no... sim, qual é a pergunta?

Sim, sim, o flúor também é adicionado à água, e temos vários outros produtos desenvolvidos recentemente, como componentes que os humanos cismam em chamar de diets e lights, sabe-se lá porque. O medo que eles têm de engordar faz com que esse artíficio funcione, mesmo eles não percebendo que continuam engordando do mesmo jeito.

Quero também agradecer ao pessoal do Departamento de Desinformação. Receberam seus devidos méritos pelos filmes Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. O Extraterrestre, Independence Day entre outros. Mas, o assim chamado Incidente Shyamalan não pôde passar em branco. Um funcionário do D.D. deixou vazar como podemos ser detidos e tivemos que arquitetar uma contra-ofensiva, fazendo uma lobotomia química no terráqueo M. Night Shyamalan, para que este não revelasse mais nenhum outro segredo nosso em seus filmes. Como efeito colateral, claro, sua capacidade mental não é mais a mesma. Eu vi Dama da Água e quase fiquei com pena do que aconteceu a ele. Com O Último Mestre do Ar, vi que a coisa é irreversível. Mas, são baixas de guerra, como tantas outras.

Outro elemento em minha pauta é mais uma vez um alerta aos engraçadinhos de plantão para pararem de brincar de Pé Grande, Monstro de Loch Ness e político honesto. Os terráqueos sabem que essas coisas não existem, mesmo que um pequeno grupo insista em levar adiante tais boatos. Também reitero meu pedido ao agente B-Triny que pare de voltar à Terra como Elvis Presley. Aquilo era uma missão temporária. É bom esquecer essa bobagem de Rock'n Roll. Foi um desvio da missão.

Os politicamente corretos em nosso meio vêem reclamando de alguns efeitos colaterais do iFluor, como por exemplo, as pessoas começaram a ler coisas como Paulo Coelho, Stephanie Meyer e Dan Brown. Só posso dizer a esses pacifistas de plantão que os fins justificam os meios. Proteger a Terra vai além de banalidades como terráqueos lendo lixo literário. O iFluor aleija mas não mata.

Vamos tratar também do uso dos buracos de minhoca para nossas viagens. Os cientistas humanos mais céticos juram de pé junto que é impossível que prováveis seres de outro planeta alcancem a Terra e queremos que eles continuem pensando assim. E, por falar nisso, gostaria que parassem de importunar o Sr. Hawkins. Mesmo não tendo lá muito apreço pelos humanos, ainda assim é brincadeira de mau gosto.

Por ora é só, e quero agradecer a presença de todos, principalmente dos grays, do pessoal das Plêiades, dos nosso amigos reptilianos, que ainda desfrutam de certa fama depois daquele seriado televisivo V: A Batalha Final, que voltou a ser exibido com novos atores terráqueos. Se soubessem o quanto vocês curtem fazer tricô e ler um bom livro, ficariam decepcionados. Aliás, falando em seriados é bom monitorizarem aquele tal de Fringe. Arquivo X já nos deu muito trabalho.

Que a Força esteja com vocês. Sim, sim, podem rir, mas sou viciado naquelas porcarias de filmes. Adeus!

Image and video hosting by TinyPic

quinta-feira, 10 de março de 2011

Feitiço do Rio


O QUE APRENDI COM O FEITIÇO DO RIO 
Como ver o lugar onde você mora com outros olhos

Image and video hosting by TinyPic

Todo ator ou atriz, por melhor que seja, sempre tem uma mancha em seu passado. Michael Caine é um deles.... e a culpa é do Rio! O filme O Feitiço do Rio (Blame It On Rio) talvez tenha ficado mais conhecido anos depois de seu lançamento (1984), quando o polêmico episódio dos Simpsons que se passava no Rio de Janeiro ganhou o título de "Blame It On Lisa", uma referência óbvia ao filme com Michael Caine e uma desconhecida Demi Moore.

O filme não é um fracasso total, eu mesmo dei umas risadas em algumas cenas e em outras que não eram bem para ser engraçadas. Vale a pena também pelos belos peitos da atriz Michelle Johnson, que ofusca os de Demi Moore, num topless das duas, em que Demi ainda procura cobrir os seus melõezinhos com os cabelos longos, enquanto Michelle não está nem aí e desfila seus dotes à vontade quase o filme todo. Sorte de Michael Caine.

A atriz, na época com 19 anos, é o interesse romântico de Caine. O único problema é ela ser filha de seu melhor amigo. A garota se apaixona por Michael Caine, que se vê em palpos de aranha, tentando não se envolver com ela, para não ficar mal com o amigo, mas não consegue evitar. Ao mesmo tempo, sua filha (Demi Moore) descobre o caso, mas procura não atrapalhar, mesmo tendo ressentimentos para com o pai e sabendo que sua mãe não vai gostar nada.

A esposa de Michael Caine, aliás, foi para Bahia, para dar um tempo na relação. Já a esposa do amigo de Caine (Joseph Bologna), está se separando do mesmo. Assim, os dois foram para o Rio com suas respectivas (e assanhadas) filhas. Enquanto Demi Moore se contenta com a fauna local, Michelle Johnson está a fim mesmo é de uma panela velha, para segurar o cabo quente. Ouch!

Vale acrescentar que o diretor de Blame It On Rio é ninguém menos que Stanley "Dançando na Chuva" Donen, que dirigiu, além desse clássico dos filmes musicais, muitos outros filmes de sucesso, mas que terminou a carreira com filmes como este e uma Ficção-Científica trash, chamada Saturn 3. Pelo menos isso não foi culpa do Rio, eu garanto.

Image and video hosting by TinyPic
A primeira faz tchan, a segunda faz tchum

Feitiço do Rio desfila aqueles velhos estereótipos ao qual estamos tão acostumados nos filmes que tentam retratar o Brasil, mais especificamente o Rio de Janeiro, e consequentemente apenas passam a sua visão distorcida e, claro, muito disso é culpa nossa, não resta dúvidas.

Por isso, seguindo o exemplo da minha amiga twitteira
@vane_zombie, que em seu blog Caixinha Secreta, tem discorrido sobre o que aprendeu com filmes trash, aqui vai a minha lista, já que não deixa de ser um filme um tanto quanto trash:

O Que Aprendi em O Feitiço do Rio:

01 - Maridos vão para o Rio, esposas vão para a Bahia
02 - Se você for aos Estados Unidos tem que falar inglês, se eles vierem ao Brasil, temos de falar inglês, também
03 - O Rio de Janeiro visto do avião é preto e branco
04 - Michael Caine conhecia a Aracy de Almeida de quem emprestou os óculos.
05 - Em 1984 toda mulher fazia topless nas praias do Rio.
06 - Em 1984 não existia peito caído, mesmo se você fosse mãe.
07 - As pessoas vão à praia com seus macacos de estimação (sempre eles).
08 - Iguanas e pássaros tropicais andam pelas casas de veraneio cariocas.
09 - Nunca peça para beijar a noiva em um casamento umbandista.
10 - Demi Moore sabe falar "Tchau" e "Beijô" em português.
11 - José Lewgoy tinha alguma treta com diretores americanos.
12 - Rômulo Arantes atuava melhor nessa época.
13 - Que para fazer um filme americano no Rio, tem que ter praia, umbanda, bossa nova, mulata, samba e capoeira.
14 - Uma mulata, obrigatoriamente, tem que se esfregar no gringo. Se ele for o Michael Caine, fica mais engraçado.
15 - Se você comer a filha quase adolescente de seu melhor amigo, a culpa não é sua, a culpa é do Rio.

Business

category2